18 – Penas e gozos futuros
DURAÇÃO DAS PENAS FUTURAS
Lembremos a questão 1003: “A duração dos sofrimentos do culpado na vida futura é arbitrária ou subordinada a
alguma lei?
R) Deus nunca age de maneira caprichosa e tudo no Universo é regido por leis que revelam a sua sabedoria e a
sua bondade.”
Quanto às questões 1003 a 1010, podemos resumi-las assim: A duração dos nossos sofrimentos é o tempo
necessário para que possamos nos melhorar, porque o estado de sofrimento e de felicidade está diretamente
ligado ao grau de nossa evolução. À medida que nos depuramos, nossos sofrimentos se modificam.
Para o Espírito que se encontra no plano espiritual, e ainda sofre, o tempo parece muito mais longo, porque o
descanso não existe para ele, mas, para aqueles que já estão num patamar de evolução melhor, o tempo é
totalmente diferente.
Os sofrimentos só seriam eternos se a maldade fosse eterna, como Deus não criou ninguém voltado
eternamente para o mal, todos devem progredir, cada um levando o tempo necessário, de acordo com a própria
vontade.
Todos nós, encarnados ou desencarnado, um dia nos arrependeremos, pois estamos sujeitos à Lei do Progresso.
Sao Luiz na questão 1008, nos diz: A duração das penas podem ser impostas por determinado tempo, mas Deus,
que não desejava senão o bem de suas criaturas, aceita sempre o arrependimento, e o desejo de se melhorar
nunca é estéril.
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