Pagar o mal com obem

Pagar o mal com obem

Laurinha foi ao centro espírita junto com seus pais para assistir à palestra do dia. Encontrou com seus amigos e logo se uniram para conversar. Quando a palestra começou, cada um sentou ao lado de seus pais e fez a oração de abertura, logo depois o palestrante começou a falar: – Hoje nossa palestra será sobre o capítulo doze de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cujo tema é “Amai os vossos inimigos – Pagar o…

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Enfrangarnado e empeixarnado

Enfrangarnado e empeixarnado

Na aula do centro espírita as crianças aprendiam sobre encarnação. A professora explicava que encarnado é o espírito que vive na Terra, considerado “vivo” e desencarnado é o espírito que vive no plano espiritual, considerado “morto”. As crianças falavam entre si sobre o assunto quando Laurinha levantou a mão e perguntou: – Professora, por que tem esse nome difícil: encarnado e descarnado? – Você quer dizer encarnado e desENcarnado, Laurinha? – pergunta a professora. –…

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Quanto vale um bônus-hora?

Quanto vale um bônus-hora?

Na palestra do centro espírita as crianças ouviram uma palavra diferente “bônus-hora”. O palestrante dizia sobre a importância das boas atitudes na Terra, para o acúmulo do bônus-hora no plano espiritual. Explicava também sobre o merecimento das pessoas que tinham boas intenções As crianças não compreenderam direito aquela explicação. Silvia perguntava aos colegas: – O que é esse negócio de bônus-hora? – Deve ser dinheiro – respondeu Pedro. – Dinheiro? Mas minha mãe sempre diz…

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Bagagem de coração

Bagagem de coração

A professora explicava sobre o apego aos bens na Terra e as crianças da evangelização prestavam atenção, quando Pedro levantou a mão: – Professora, quando a gente cresce, não tem que trabalhar pra ser rico? – Pedro, não trabalhamos para sermos ricos, mas para nos realizarmos, crescermos, para sermos felizes. Aninha considera: – Mas quem não tem dinheiro também não é feliz! – O dinheiro é muito valorizado na Terra. Mas quando desencarnamos, não levamos…

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As batidas na carteira

As batidas na carteira

As crianças foram passar as férias no sítio da vovó. Vovó sempre disposta a encantar as crianças com suas histórias, reúne todos os netos na sala, munidos de muita pipoca e suco. Antes de co­meçar a contar a história, Pedrinho diz: – Vovó, conte histórias de espíritos! Sabendo do receio de Aninha sobre o assun­to, vovó então aproveitou e disse: – Vou contar a história de duas menininhas que descobriram a existência dos espíritos… Era…

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Pitsografia

Pitsografia

Laurinha estava fazendo as tarefas da escola quando viu que não havia feito suas tarefas das aulas do centro espírita e tinha que entregá-las no dia seguinte. Leu a introdução e começou a pensar em como faria aquela atividade. – Mãe, hoje é dia de pedir pizza? – Não, Laurinha. Amanhã é dia de pizza. – Será que a gente não pode mudar nessa semana? – Por quê? – Porque tenho que fazer um trabalho…

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Um amor na semente

Um amor na semente

Laurinha está no centro espírita e a professora comenta: – “Amar os nossos inimigos”. Essa foi uma das tantas recomendações de Jesus. Alguém sabe o que significa? As crianças ficam em silêncio, e a professora continua: – Significa amar não só os nossos amigos. – Ah, mas como alguém vai conseguir amar um inimigo? – pergunta Aninha. – Quando falamos em amar os inimigos, não significa que precisamos amar como amamos nossos pais ou irmãos,…

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O carma 

O carma 

Ao chegar na sala de aula, a professora percebe as crianças agitadas. — Qual é a conversa hoje?  — pergunta. Clarinha vai logo dizendo sobre o que estavam discutindo. — Professora, a Janice, que trabalha lá em casa, disse que o marido dela é um carma. Ao iniciar sua explicação, a professora vê que o diálogo se intensifica: – Eu vou perguntar para minha mãe – diz Pedro. – Vou falar com a minha tia. Ela…

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Os aventureiros do coração

Os aventureiros do coração

Laurinha chegou em casa com mais dois amigos do centro espírita e pediu a sua mãe: – Mãe, podemos usar as tintas para fazer um trabalho? – Pode, filha, é só pegar no armário – respondeu sua mãe. Laurinha foi até o armário e pegou as tintas, pincéis e um copinho com água. Quando chegou no quarto, contou para Guilherme e Ana a ideia sobre o trabalho e todos se empolgaram. Ela pegou uma camiseta…

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De olhos fechados e mão na cabeça

De olhos fechados e mão na cabeça

Algumas crianças conversavam, quando Pe­dro perguntou: – Mas o que é passe? – Eu não sei, só sei que tem que fechar o olho quando senta na cadeira – respondeu Laurinha. – Por quê? – indagou Cristina. – Sei lá, quando a gente entra na sala, a mu­lher fala para fechar o olho. – Eu já fiquei de olho aberto – disse Ana. E os outros perguntaram juntos: – E aí? – O que acontece?…

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